Ricardo de Brito
Universidade de Lisboa, História, Graduate Student
- History, Philosophy, Economics, Architecture, Social Sciences, Humanities, and 41 moreEconomic History, Military History, History and Memory, War Studies, Cold War, Sociology of Scientific Knowledge (Sociology), Dictatorships, História e Cultura da Religião, Legitimacy Appearances in Communism, Dictatorial regimes and Democracy, Scientific Societies, Conceptual History, History of concepts, Re-imagining Democracy 18th-19th Centuries, Ideology and historiography, Historia, Anthropology, Archaeology, Political Science, Literature, Research Methodology, Religion, História, Medieval History, History of Political Thought, History of History, History of Ideas, Historiografía, Begriffsgeschichte, Theory of History, History of Historiography, Spanish History, Intellectual History, Portuguese History, Concepts, Historiography, Cultural History, Contemporary History, Philosophy of History, Memory Studies, Comparative History, and Transnational Historyedit
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Michel de Certeau, na obra A escrita da história, de cuja primeira edição se comemoraram recentemente, em 2015, 75 anos, chama a atenção para a importância dos lugares do historiador, das práticas e da escrita historiográficas. Neste... more
Michel de Certeau, na obra A escrita da história, de cuja primeira edição se comemoraram recentemente, em 2015, 75 anos, chama a atenção para a importância dos lugares do historiador, das práticas e da escrita historiográficas. Neste artigo, a Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos (SPEH) e o seu órgão, a Revista de História, assumem tais lugares, impulsionados, em larga medida, pelo labor de Fidelino de Figueiredo, personalidade primacial na criação e institucionalização da SPEH e da publicação citada e que, em 1910, com 22 anos, publicou O espírito histórico, obra que constituiu o arranque epistemológico e simbólico, mas também a seiva das iniciativas referidas. A SPEH e o opúsculo fideliniano serão abordados num primeiro momento deste artigo.Na segunda parte, procura-se analisar os conceitos historiográficos operatórios plasmados no periódico que fazem a ponte entre práticas e escritas historiográficas, configurando discursos e representações, exibindo a tensão entre a preval...
Michel de Certeau, na obra A escrita da história, de cuja primeira edição se comemoraram recentemente, em 2015, 75 anos, chama a atenção para a importância dos lugares do historiador, das práticas e da escrita historiográficas. Neste... more
Michel de Certeau, na obra A escrita da história, de cuja primeira edição se comemoraram recentemente, em 2015, 75 anos, chama a atenção para a importância dos lugares do historiador, das práticas e da escrita historiográficas. Neste artigo, a Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos (SPEH) e o seu órgão, a Revista de História, assumem tais lugares, impulsionados, em larga medida, pelo labor de Fidelino de Figueiredo, personalidade primacial na criação e institucionalização da SPEH e da publicação citada e que, em 1910, com 22 anos, publicou O espírito histórico, obra que constituiu o arranque epistemológico e simbólico, mas também a seiva das iniciativas referidas. A SPEH e o opúsculo fideliniano serão abordados num primeiro momento deste artigo.Na segunda parte, procura-se analisar os conceitos historiográficos operatórios plasmados no periódico que fazem a ponte entre práticas e escritas historiográficas, configurando discursos e representações, exibindo a tensão entre a preval...
Publicação da Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos (1911-1928).
Research Interests:
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Location: West University of Timisoara (Romenia)
Date: 15th-18th September (2015)
The 18th Annual Conference of the HCG Group, Multi-, Inter-, Pluri-, Languages, Cultures and Identities in Complex Societies
Date: 15th-18th September (2015)
The 18th Annual Conference of the HCG Group, Multi-, Inter-, Pluri-, Languages, Cultures and Identities in Complex Societies
