- ULHT - Universidade Lusofona de Humanidades e Tecnologias, Ciência das Religiões, Department Memberadd
- Portuguese Thought, Portuguese Studies, Fernando Pessoa, Islam in Portuguese Philosophy, Islam in Portuguese Literature, Portuguese Philosophy, and 25 morePhilosophy in Portugal, Portuguese Literature, Portuguese and Brazilian Literature, Islamic heritage in Portugal, Islam in Europe, Sufism, Al-Andalus, Gharb al-Andalus, Cultural Tourism, História Do Pensamento Português, Filosofia Portuguesa, Filosofia Em Portugal, Literatura Portuguesa, Heteronimia, Heteronimos, Álvaro de Campos, Antero de Quental, Agostinho da Silva, José de Almada Negreiros, Arabic-Islamic presence in Portuguese Literature and Philosophy, Literary Tourism, Arabian Nights, The Thousand and One Nights, One Thousand and One English Proverbs Translated Into Arabic, and The influence of The Thousand and One Nights on Western Literatureedit
- Fabrizio Boscaglia is a PhD in Philosophy, member of the Philosophy Centre at the University of Lisbon and of the Sci... moreFabrizio Boscaglia is a PhD in Philosophy, member of the Philosophy Centre at the University of Lisbon and of the Science of Religions Research Group at the Lusófona University of Lisbon. He studies the Arabic and Islamic presence in Portuguese literature and philosophy, especially in the work and thought of Fernando Pessoa. He was part of the group of researchers who digitalized Fernando Pessoa’s private library at the Casa Fernando Pessoa in Lisbon. He collaborates as a teacher in specialization courses at the University of Lisbon. He has presented communications and has published both in Portugal and internationally about literature and philosophy. He is the coordinator and guide of the literary and cultural walking tours “Lisbon with Fernando Pessoa“ and "Lisbon with Antero de Quental'", by Lisboa Autentica.edit
This paper introduces the presence of Islam and Islamic culture in the work of Fernando Pessoa. It consists of a chronological and textual overview of these themes in the author's writing and intellectual course. Focusing primarily on... more
This paper introduces the presence of Islam and Islamic culture in the work of Fernando Pessoa. It consists of a chronological and textual overview of these themes in the author's writing and intellectual course. Focusing primarily on Pessoa's literary estate and private library, this paper points out and presents Pessoa's interests in Islam, Islamic Philosophy, Arabic literature, Omar Khayyām and al-Andalus. A hermeneutical, cultural and bio-bibliographical framework is proposed and further research possibilities are suggested. The paper is followed by a publication of twelve texts from the author's literary estate concerning these themes.
Research Interests: Portuguese and Brazilian Literature, Arabic Literature, Islamic Philosophy, Sufism, Fernando Pessoa, and 13 moreAl-Andalus, Islam, Portuguese Literature, Orientalism, Omar Khayyam, Portuguese Philosophy, Rubaiyat, Biblioteca Particular De Fernando Pessoa, Al-Mu'tamid Ibn 'Abbad, Rubaiyat of Omar Khayyam, Islam in Portuguese Literature, Islam in Portuguese Philosophy, and Portuguese Thought
BOSCAGLIA, Fabrizio (2017), فرناندو بيسوا والثقافة العربية الإسلامية [Fernando Pessoa e a cultura arábico-islâmica], الحوزة الشعرية, 3, [ed. Shaker Laibi], 57-75.
Research Interests:
BOSCAGLIA, Fabrizio, «Atavismos árabes em Teixeira de Pascoaes», Teixeira de Pascoaes, vol. 2, A Arte de Ser Português e a Renascença Portuguesa, coord. Sofia A. Carvalho, Annabela Rita, José Eduardo Franco, Lisboa, Colibri (2017), 203-216.
Research Interests: Portuguese and Brazilian Literature, Portuguese Literature, Orientalism, Portuguese Philosophy, Filosofia Portuguesa, and 6 moreTeixeira De Pascoaes, Filosofia Em Portugal, História Do Pensamento Português, Renascença Portuguesa (1912-1932), Arabic-Islamic presence in Portuguese Literature and Philosophy, and Portuguese Thought
Research Interests:
Research Interests:
Comunicação proferida no III Congresso Internacional Fernando Pessoa (Lisboa, 2013) O objetivo desta comunicação é oferecer uma panorâmica geral sobre a presença de alguns poetas e pensadores arábico-islâmicos, reais e ficcionais, na... more
Comunicação proferida no III Congresso Internacional Fernando Pessoa (Lisboa, 2013)
O objetivo desta comunicação é oferecer uma panorâmica geral sobre a presença de alguns poetas e pensadores arábico-islâmicos, reais e ficcionais, na obra de Fernando Pessoa. Com base nas mais recentes investigações sobre o espólio e biblioteca particular de Pessoa, dar-se-á atenção ao percurso biobibliográfico que levou o autor a interessar-se pela cultura árabe-islâmica, desde os anos da sua experiência como estudante universitário no Curso Superior de Letras em Lisboa (1906-1907) até aos últimos meses da sua vida (1935). Serão analisados documentos do arquivo pessoano que ajudam a esclarecer o papel da filosofia islâmica na formação do jovem Pessoa, bem como o interesse do autor pela civilização e literaturas arábico-islâmicas. Serão, portanto, fornecidos elementos críticos e hermenêuticos para melhor se poder contextualizar a presença de autores tais como Al-Muʿtamid e Omar Khayyam no pensamento e na obra de Fernando Pessoa.
O objetivo desta comunicação é oferecer uma panorâmica geral sobre a presença de alguns poetas e pensadores arábico-islâmicos, reais e ficcionais, na obra de Fernando Pessoa. Com base nas mais recentes investigações sobre o espólio e biblioteca particular de Pessoa, dar-se-á atenção ao percurso biobibliográfico que levou o autor a interessar-se pela cultura árabe-islâmica, desde os anos da sua experiência como estudante universitário no Curso Superior de Letras em Lisboa (1906-1907) até aos últimos meses da sua vida (1935). Serão analisados documentos do arquivo pessoano que ajudam a esclarecer o papel da filosofia islâmica na formação do jovem Pessoa, bem como o interesse do autor pela civilização e literaturas arábico-islâmicas. Serão, portanto, fornecidos elementos críticos e hermenêuticos para melhor se poder contextualizar a presença de autores tais como Al-Muʿtamid e Omar Khayyam no pensamento e na obra de Fernando Pessoa.
Research Interests:
Here published are fragments of a philosophical narrative by Fernando Pessoa, on the subject of Islamic philosophy. These are accompanied by other documents from the author’s estate and private library on the same subject. Most of these... more
Here published are fragments of a philosophical narrative by Fernando Pessoa, on the subject of Islamic philosophy. These are accompanied by other documents from the author’s estate and private library on the same subject. Most of these documents were written by Fernando Pessoa at a young age, around 1906, in the period when he attended the university-level course of Arts and Letters at the University of Lisbon.
Research Interests:
BOSCAGLIA, Fabrizio, «Orientalismo e Islão em Fidelino de Figueiredo: reedição do conto No harém», Nova Águia – Revista de Cultura para o Século XXI, 19, 2017, 254-264.
Research Interests:
São aqui apresentados elementos úteis para se investigar o tema arábico-islâmico nas obras de alguns protagonistas da designada Geração de Orpheu: Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro, Ângelo de Lima, Alfredo Pedro... more
São aqui apresentados elementos úteis para se investigar o tema arábico-islâmico nas obras de alguns protagonistas da designada Geração de Orpheu: Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro, Ângelo de Lima, Alfredo Pedro Guisado, Amadeo de Souza-Cardoso e Ruy Coelho. Procura-se enquadrar esta temática no discurso cultural acerca da identidade portuguesa, mostrando dados biobibliográficos e histórico-culturais que contribuam para o estudo da presença arábico-islâmica na história da literatura e do pensamento portugueses.
Research Interests: Portuguese and Brazilian Literature, Portuguese Studies, Modernist Literature (Literary Modernism), Fernando Pessoa, Portuguese Literature, and 13 moreOrientalism, Portuguese Philosophy, Portuguese Modernism, Mário de Sá-Carneiro, Amadeo De Souza-Cardoso, José de Almada Negreiros, Geração de Orpheu, Arabic-Islamic presence in Portuguese Literature and Philosophy, Ângelo de Lima, Ruy Coelho, Islam in Portuguese Literature, Islam in Portuguese Philosophy, and Alfredo Pedro Guisado
São aqui apresentados e transcritos documentos do espólio de Fernando Pessoa, destinados ao projeto editorial intitulado Chronicas Decorativas, elaborado e parcialmente publicado pelo autor em 1914. À transcrição da primeira e única... more
São aqui apresentados e transcritos documentos do espólio de Fernando Pessoa, destinados ao projeto editorial intitulado Chronicas Decorativas, elaborado e parcialmente publicado pelo autor em 1914. À transcrição da primeira e única crónica publicada em vida pelo escritor português (n'O Raio), juntam-se a versão preparatória ou alternativa do mesmo escrito ficcional, mais três outros textos pertencentes ao mesmo projeto, acompanhados por outros documentos do espólio do escritor, relacionados com os referidos materiais.
Research Interests:
Estudo comparativo, sobre a representação e interpretação do Islão, enquanto aspeto da possível receção do livro O Anticristo de Nietzsche em Pessoa.
Research Interests:
This article focuses on the presence of Omar Khayyam's Rubaiyat in Fernando Pessoa's as well as in Jorge Luis Borges' works.
Research Interests:
Artigo sobre a receção e a presença do poeta medieval muçulmano al-Mu'tamid (1040-1095) nas obras do escritor português Fernando Pessoa e do intelectual andaluz Blas Infante Pérez. Os dois apoiaram uma homenagem a al-Mu'tamid na cidade de... more
Artigo sobre a receção e a presença do poeta medieval muçulmano al-Mu'tamid (1040-1095) nas obras do escritor português Fernando Pessoa e do intelectual andaluz Blas Infante Pérez. Os dois apoiaram uma homenagem a al-Mu'tamid na cidade de Silves que devia realizar-se em 1928, mas que não chegou a ser concretizada. Estes acontecimentos são aqui reconstruídos.
Research Interests:
This is a selection of texts from the documentary estate and private library of the Portuguese writer Fernando Pessoa (1888-1935), some previously unpublished. It comprises poetic fragments, prose, aphorisms and notes, some in Portuguese... more
This is a selection of texts from the documentary estate and private library of the Portuguese writer Fernando Pessoa (1888-1935), some previously unpublished. It comprises poetic fragments, prose, aphorisms and notes, some in Portuguese and some in English, concerning the following thematic areas: philosophy, religion, language, culture and civilization, the East. Each text is fully transcribed and complemented with genetic notes. The texts are also accompanied by the images of the original documents.
Research Interests:
Introdução do número especial da revista Pessoa Plural, dedicado ao tema "Oriente e Orientalismo" na obra e no pensamento de Fernando Pessoa
Research Interests:
Research Interests:
O objectivo deste estudo é começar a indagar alguns aspectos da reflexão de Fernando Pessoa sobre a influência arábico-islâmica no seu pensamento estético, filosófico e religioso. Pretende-se sobretudo dar atenção a alguns textos de... more
O objectivo deste estudo é começar a indagar alguns aspectos da reflexão de Fernando Pessoa sobre a influência arábico-islâmica no seu pensamento estético, filosófico e religioso. Pretende-se sobretudo dar atenção a alguns textos de António Mora que identificam o «elemento arabe» [sic] como uma das raízes de dois entre os principais ismos criados por Pessoa, o sensacionismo e o neo-paganismo, no contexto de um interesse geral de Pessoa sobre a influência «arabe» na cultura europeia, ibérica e portuguesa.
Pretende-se além disso proporcionar ao leitor algumas ideias para melhor poder contextualizar a influência arábico-islâmica no pensamento pessoano dum ponto de vista biográfico-bibliográfico e cultural-civilizacional.
Pretende-se além disso proporcionar ao leitor algumas ideias para melhor poder contextualizar a influência arábico-islâmica no pensamento pessoano dum ponto de vista biográfico-bibliográfico e cultural-civilizacional.
Research Interests: Portuguese and Brazilian Literature, Modernist Literature (Literary Modernism), Fernando Pessoa, Al-Andalus, Islam, and 12 morePortuguese Literature, Gharb al-Andalus, Portuguese Philosophy, Portuguese Modernism, Antonio Mora, Biblioteca Particular De Fernando Pessoa, Sensacionismo, Neo-paganismo, Arabic-Islamic Presence In Western Literature and Philosophy, Philosophy in Portugal, Geração de Orpheu, and Portuguese Thought
Comemoram-se, a de Fevereiro de 2016, 110 anos do nascimento de Agostinho da Silva e a sua memória e a fecundidade do seu pensamento e obra não cessam de se tornar mais vivas. É já um lugar comum reconhecer que Agostinho da Silva anteviu... more
Comemoram-se, a de Fevereiro de 2016, 110 anos do nascimento de Agostinho da Silva e a sua memória e a fecundidade do seu pensamento e obra não cessam de se tornar mais vivas. É já um lugar comum reconhecer que Agostinho da Silva anteviu há cerca de meio século temas, questões e desafios cruciais da crise do mundo contemporâneo, para os quais apontou soluções e caminhos que, com toda a sua problematicidade, não deixam de ser hoje muito pertinentes.
Agostinho foi um pensador original de todas as experiências fundamentais do ser humano, desde a espiritualidade e a religião até à política. Além disso, foi um tradutor criativo, poeta e escritor de elevado nível, um educador activo na criação de múltiplos centros de estudos e universidades.
A sua obra de vida, escrita e pensamento transmite-nos uma poderosa visão alternativa aos rumos ainda dominantes, mas cada vez mais críticos, do paradigma globalizado de consciência e de civilização. Agostinho é o visionário de um outro mundo possível à escala planetária, radicado numa espiritualidade emancipadora da consciência, no diálogo compreensivo e fraterno entre religiões e culturas, aberto a crentes e descrentes, na transcensão de velhos modelos e antinomias pedagógicas, políticas, económicas e sociais e numa abertura amorosa do humano a todos os seres vivos e à Terra.
Agostinho pensa também o papel mediador que na criação desse mundo podemos ter, cada um de nós e as culturas portuguesa, lusófona e ibero-americanas, em diálogo e cooperação fraternos com todos os povos e culturas.
É assim o momento de repensar Agostinho crítica e criativamente, quer o seu pensamento propriamente dito, quer as vias que a partir dele, das suas fontes e das suas questões se abrem para uma melhor compreensão do tempo presente que ajude a superar a crise que hoje somos. É este o objectivo deste Colóquio Internacional, que reúne especialistas dos estudos agostinianos e uma nova geração de jovens investigadores, numa abordagem multidisciplinar que abra caminhos novos para uma melhor compreensão da complexidade e fecundidade do pensamento e obra agostinianos.
Comissão Científica
Paulo Borges
Miguel Real
Comissão Organizadora
Paulo Borges
Fabrizio Boscaglia
Dirk-Michael Henrich
Giancarlo de Aguiar
Organização
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Apoios
Associação Agostinho da Silva
Círculo do Entre-Ser
Agostinho foi um pensador original de todas as experiências fundamentais do ser humano, desde a espiritualidade e a religião até à política. Além disso, foi um tradutor criativo, poeta e escritor de elevado nível, um educador activo na criação de múltiplos centros de estudos e universidades.
A sua obra de vida, escrita e pensamento transmite-nos uma poderosa visão alternativa aos rumos ainda dominantes, mas cada vez mais críticos, do paradigma globalizado de consciência e de civilização. Agostinho é o visionário de um outro mundo possível à escala planetária, radicado numa espiritualidade emancipadora da consciência, no diálogo compreensivo e fraterno entre religiões e culturas, aberto a crentes e descrentes, na transcensão de velhos modelos e antinomias pedagógicas, políticas, económicas e sociais e numa abertura amorosa do humano a todos os seres vivos e à Terra.
Agostinho pensa também o papel mediador que na criação desse mundo podemos ter, cada um de nós e as culturas portuguesa, lusófona e ibero-americanas, em diálogo e cooperação fraternos com todos os povos e culturas.
É assim o momento de repensar Agostinho crítica e criativamente, quer o seu pensamento propriamente dito, quer as vias que a partir dele, das suas fontes e das suas questões se abrem para uma melhor compreensão do tempo presente que ajude a superar a crise que hoje somos. É este o objectivo deste Colóquio Internacional, que reúne especialistas dos estudos agostinianos e uma nova geração de jovens investigadores, numa abordagem multidisciplinar que abra caminhos novos para uma melhor compreensão da complexidade e fecundidade do pensamento e obra agostinianos.
Comissão Científica
Paulo Borges
Miguel Real
Comissão Organizadora
Paulo Borges
Fabrizio Boscaglia
Dirk-Michael Henrich
Giancarlo de Aguiar
Organização
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Apoios
Associação Agostinho da Silva
Círculo do Entre-Ser
Research Interests:
Por ocasião dos 100 anos do lançamento da revista Orpheu, pretende-se, com este Colóquio, chamar a atenção para o contributo da chamada Geração de Orpheu para a reflexão filosófica e para o pensamento português. Por vezes entendida... more
Por ocasião dos 100 anos do lançamento da revista Orpheu, pretende-se, com este Colóquio, chamar a atenção para o contributo da chamada Geração de Orpheu para a reflexão filosófica e para o pensamento português.
Por vezes entendida apenas enquanto fenómeno artístico-literário, a revista Orpheu nasceu e foi motivada e acompanhada, nos projetos do seu impulsionador Fernando Pessoa, por uma penetrante intenção de se criar uma corrente filosófica, além de artística, intenção esta que está patente em vários manifestos e textos programáticos sensacionistas.
Além disso, as obras e os pensamentos de autores quais o próprio Pessoa, Almada Negreiros e Raul Leal, entre outros deste grupo, têm vindo a ser cada vez mais estudados e repensados na área dos estudos filosóficos, tanto em Portugal, como em outros países.
A afirmação e o aprofundamento desta vertente de investigação constituem tarefas que, no centenário órfico, oferecem a desafiante possibilidade de se alcançar uma compreensão mais profunda e integrada de um dos fenómenos mais significativos e influentes da cultura moderna portuguesa.
Qual é o lugar da filosofia na Geração do Orpheu? E qual é o lugar da Geração de Orpheu na história do pensamento português? Que linhas de diálogo existem entre literatura, arte plástica, filosofia e mito na e a partir da Geração de Orpheu?
É sobre estas e outras questões que o Colóquio pretende refletir.
Colóquio Orpheu Filosófico
26 de novembro de 2015 | Biblioteca Nacional de Portugal | Entrada livre
Pode consultar o Programa do Colóquio clicando aqui.
Comissão científica: Paulo Borges, Fabrizio Boscaglia, Dirk-Michael Hennrich
Organização: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (CFUL)
Parceiros e apoios: Biblioteca Nacional de Portugal; FCT
Por vezes entendida apenas enquanto fenómeno artístico-literário, a revista Orpheu nasceu e foi motivada e acompanhada, nos projetos do seu impulsionador Fernando Pessoa, por uma penetrante intenção de se criar uma corrente filosófica, além de artística, intenção esta que está patente em vários manifestos e textos programáticos sensacionistas.
Além disso, as obras e os pensamentos de autores quais o próprio Pessoa, Almada Negreiros e Raul Leal, entre outros deste grupo, têm vindo a ser cada vez mais estudados e repensados na área dos estudos filosóficos, tanto em Portugal, como em outros países.
A afirmação e o aprofundamento desta vertente de investigação constituem tarefas que, no centenário órfico, oferecem a desafiante possibilidade de se alcançar uma compreensão mais profunda e integrada de um dos fenómenos mais significativos e influentes da cultura moderna portuguesa.
Qual é o lugar da filosofia na Geração do Orpheu? E qual é o lugar da Geração de Orpheu na história do pensamento português? Que linhas de diálogo existem entre literatura, arte plástica, filosofia e mito na e a partir da Geração de Orpheu?
É sobre estas e outras questões que o Colóquio pretende refletir.
Colóquio Orpheu Filosófico
26 de novembro de 2015 | Biblioteca Nacional de Portugal | Entrada livre
Pode consultar o Programa do Colóquio clicando aqui.
Comissão científica: Paulo Borges, Fabrizio Boscaglia, Dirk-Michael Hennrich
Organização: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (CFUL)
Parceiros e apoios: Biblioteca Nacional de Portugal; FCT
Research Interests:
A polémica do Bom Senso e do Bom Gosto e a publicação das Odes Modernas, ocorridas há 150 anos, assinalaram uma alteração da cultura literária cuja interpretação precisa de ser revista. Os ataques à «escola de Coimbra» reagem, em primeiro... more
A polémica do Bom Senso e do Bom Gosto e a publicação das Odes Modernas, ocorridas há 150 anos, assinalaram uma alteração da cultura literária cuja interpretação precisa de ser revista. Os ataques à «escola de Coimbra» reagem, em primeiro plano, a uma alteração da linguagem literária e aos novos termos em que ela tenta estabelecer o debate crítico, associando-o à Universidade e à sua produção intelectual. A importância renovada da filosofia e das ciências humanas, sublinhada por Antero de Quental e Teófilo Braga em particular, afetam tanto a ideia quanto o exercício institucional da literatura tal como definidos pelos parâmetros do discurso romântico. A posição emblemática conferida a António Feliciano de Castilho – quer por defensores, quer por adversários – mostra a centralidade da crítica na prolongada polémica de 1865.
De uma cultura literária centrada no jornalismo nacional, aquela que veio a ser a “Geração de 70” quis passar a um espaço onde escrita e pensamento alinhassem com o ritmo e o conteúdo dos debates intelectuais europeus. Um novo peso da escrita ensaística, o esforço de construção de uma história sistemática da literatura portuguesa, a revisão crítica da história contemporânea, a retórica da modernidade e a insistência na filosofia da história como quadro geral da reflexão, a importação da epistemologia positivista – são alguns dos sinais inequívocos dessa deslocação da cultura literária a meio do século XIX. Em tudo, Antero de Quental desempenha papel central, como agente, alvo e intérprete das transformações que afetam, no fim, todos os domínios da escrita literária.
Como interpretar os detalhes da “Questão Coimbrã”? Como fazer a sua história? Que ligação estabelecer entre a poesia e o discurso crítico a partir da releitura das Odes Modernas? Que referências dominam e limitam a cultura crítica de Antero e dos seus parceiros de geração? Que relação passa a ter, depois de 1865, o espaço literário com o domínio das novas ciências sociais? Quais os contornos do projeto histórico e da ideia de história que dominam a “Geração de 70”?
Estas são algumas das interrogações a que o presente Colóquio pretende responder.
Colóquio Internacional Antero e a cultura crítica do século XIX
28-29-30 de Setembro de 2015 | Biblioteca Nacional de Portugal | Entrada livre
Pode consultar o Programa do Colóquio clicando aqui.
Comissão científica: Gustavo Rubim, Giorgia Casara, Manuele Masini, Andrea Ragusa, Fabrizio Boscaglia
Organização: Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT), Universidade Nova de Lisboa (FSCH) (parceiros: BNP, CNC, FCT, Lisboa Autêntica)
De uma cultura literária centrada no jornalismo nacional, aquela que veio a ser a “Geração de 70” quis passar a um espaço onde escrita e pensamento alinhassem com o ritmo e o conteúdo dos debates intelectuais europeus. Um novo peso da escrita ensaística, o esforço de construção de uma história sistemática da literatura portuguesa, a revisão crítica da história contemporânea, a retórica da modernidade e a insistência na filosofia da história como quadro geral da reflexão, a importação da epistemologia positivista – são alguns dos sinais inequívocos dessa deslocação da cultura literária a meio do século XIX. Em tudo, Antero de Quental desempenha papel central, como agente, alvo e intérprete das transformações que afetam, no fim, todos os domínios da escrita literária.
Como interpretar os detalhes da “Questão Coimbrã”? Como fazer a sua história? Que ligação estabelecer entre a poesia e o discurso crítico a partir da releitura das Odes Modernas? Que referências dominam e limitam a cultura crítica de Antero e dos seus parceiros de geração? Que relação passa a ter, depois de 1865, o espaço literário com o domínio das novas ciências sociais? Quais os contornos do projeto histórico e da ideia de história que dominam a “Geração de 70”?
Estas são algumas das interrogações a que o presente Colóquio pretende responder.
Colóquio Internacional Antero e a cultura crítica do século XIX
28-29-30 de Setembro de 2015 | Biblioteca Nacional de Portugal | Entrada livre
Pode consultar o Programa do Colóquio clicando aqui.
Comissão científica: Gustavo Rubim, Giorgia Casara, Manuele Masini, Andrea Ragusa, Fabrizio Boscaglia
Organização: Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT), Universidade Nova de Lisboa (FSCH) (parceiros: BNP, CNC, FCT, Lisboa Autêntica)
Research Interests:
Este seminário propõe-se explorar uma faceta menos atendida da obra de Fernando Pessoa: o seu interesse pelo Oriente, seja este visto como um lugar fora dos mapas e composto por aquilo de que os sonhos são feitos, figurado na promessa de... more
Este seminário propõe-se explorar uma faceta menos atendida da obra de Fernando Pessoa: o seu interesse pelo Oriente, seja este visto como um lugar fora dos mapas e composto por aquilo de que os sonhos são feitos, figurado na promessa de descoberta de umas Índias Espirituais, porventura situadas nesse Oriente a oriente do Oriente, inventado a bordo de um navio cruzando um Canal do Suez imaginário, seja este bem concreto, patente na assunção do legado com que a civilização arábico-islâmica impregnou as culturas peninsulares, ou na poesia persa das Rubaiyat que Pessoa traduziu e também cultivou, em preito a um Omar Khayyām tanta vez por si saudado. O Oriente de Pessoa é também a Ásia das grandes tradições religiosas e sapienciais: da tradição filosófica do zen japonês que apela à visão das coisas tais como elas são, que a tantos faz lembrar «Mestre» Caeiro, assim como da desconstrução búdica do eu, que tanto nos traz à mente a teoria da heteronímia.
Tratar-se-á, neste seminário, do modo como se operou a recepção que Pessoa faz destas tradições, assim como da original apropriação a que as submete. Procurar-se-á mostrar como este forte interesse de Pessoa se manifesta nos livros lidos e sublinhados da sua biblioteca, como em notas soltas de leituras bem indicativas da sua curiosidade e erudição, mas também em reflexões ensaísticas demoradas e consistentes que perfazem um corpus oriental que não deve ser ignorado. O estudo deste tema contribuirá decisivamente não só para esclarecer os conceitos, símbolos e imagens de origem asiática presentes na sua obra poética, ortónima e heterónima, mas sobretudo para nos orientarmos um pouco melhor por entre os inesperados continentes da infinda pluralidade pessoana.
O Seminário Internacional Fernando Pessoa e o Oriente é uma iniciativa realizada em parceria pelo Centro de Filosofia e pelo Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa, com a colaboração da Fundação Oriente.
O comité organizador e científico é composto por Duarte Braga (CEC), Fabrizio Boscaglia (CdF) e Rui Lopo (CdF).
Tratar-se-á, neste seminário, do modo como se operou a recepção que Pessoa faz destas tradições, assim como da original apropriação a que as submete. Procurar-se-á mostrar como este forte interesse de Pessoa se manifesta nos livros lidos e sublinhados da sua biblioteca, como em notas soltas de leituras bem indicativas da sua curiosidade e erudição, mas também em reflexões ensaísticas demoradas e consistentes que perfazem um corpus oriental que não deve ser ignorado. O estudo deste tema contribuirá decisivamente não só para esclarecer os conceitos, símbolos e imagens de origem asiática presentes na sua obra poética, ortónima e heterónima, mas sobretudo para nos orientarmos um pouco melhor por entre os inesperados continentes da infinda pluralidade pessoana.
O Seminário Internacional Fernando Pessoa e o Oriente é uma iniciativa realizada em parceria pelo Centro de Filosofia e pelo Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa, com a colaboração da Fundação Oriente.
O comité organizador e científico é composto por Duarte Braga (CEC), Fabrizio Boscaglia (CdF) e Rui Lopo (CdF).
Research Interests:
Artigo de Rita Cipriano sobre o livro "Nietzsche e Pesoa: ensaios" (org. B. Ryan, M. Faustino, A. Cardiello). Publicado no jornal Observador, contém entrevista a Fabrizio Boscaglia sobre Nietzsche, Pessoa e Islão, sendo este o tema do... more
Artigo de Rita Cipriano sobre o livro "Nietzsche e Pesoa: ensaios" (org. B. Ryan, M. Faustino, A. Cardiello). Publicado no jornal Observador, contém entrevista a Fabrizio Boscaglia sobre Nietzsche, Pessoa e Islão, sendo este o tema do ensaio de Fabrizio Boscaglia publicado no referido livro.
Research Interests:
Interview on the presence of Omar Khayyam and Islamic Culture in Fernando Pessoa's thought and works, published in Piadero Literary Magazine, December 2015
Research Interests:
Entrevista com Fabrizio Boscaglia, realizada em 2012 por Nuno Hipólito e publicada no Blogue Um Fernando Pessoa. O tema da entrevista é a presença do Islão e a cultura islâmica na obra e no pensamento de Fernando Pessoa.
Research Interests:
Apreciação crítica do livro de Fabrizio Boscaglia "Considerações sobre a presença do elemento arábico-islâmico no sensacionismo e no neo-paganismo de Fernando Pessoa", por Nuno Hipólito, publicada no Blogue Um Fernando Pessoa em 2013.
Research Interests:
Excertos de recensões de livros e números de revistas que contêm artigos ou ensaios de Fabrizio Boscaglia
This article by the English author Robert Fisk, published on The Independent, mentions Fabrizio Boscaglia's academic researches about Fernando Pessoa and Islam.
Research Interests:
Research Interests:
Artigo do Professor Doutor Viriato Soromenho-Marques publicado no Diário de Notícias em abril de 2015. O artigo, ao assinalar trabalhos de investigação de relevo no âmbito europeu, menciona e comenta as teses de doutoramento de... more
Artigo do Professor Doutor Viriato Soromenho-Marques publicado no Diário de Notícias em abril de 2015. O artigo, ao assinalar trabalhos de investigação de relevo no âmbito europeu, menciona e comenta as teses de doutoramento de Dirk-Michael Hennrich e de Fabrizio Boscaglia.
Research Interests:
Artigo publicado no Jornal de Letras por ocasião do III Congresso Internacional Fernando Pessoa (Casa Fernando Pessoa, Lisboa, 2013) assinala a comunicação de Fabrizio Boscaglia, sobre a cultura arábico-islâmica em Fernando Pessoa, como... more
Artigo publicado no Jornal de Letras por ocasião do III Congresso Internacional Fernando Pessoa (Casa Fernando Pessoa, Lisboa, 2013) assinala a comunicação de Fabrizio Boscaglia, sobre a cultura arábico-islâmica em Fernando Pessoa, como sendo uma das mais inovadoras do Congresso.
Research Interests:
Exposição na Biblioteca Nacional de Portugal (31mai. - 1 set. 2017)
Comissário: Fabrizio Boscaglia
Exhibition at the National Library of Portugal (31 May - 1 Sep. 2017)
Commissioner: Fabrizio Boscaglia
Comissário: Fabrizio Boscaglia
Exhibition at the National Library of Portugal (31 May - 1 Sep. 2017)
Commissioner: Fabrizio Boscaglia
Research Interests:
Mostra associada ao Colóquio Antero e a Cultura Crítica do Século XIX (Biblioteca Nacional de Portugal, 2015). Comissão organizadora: Gustavo Rubim, Andrea Ragusa, Manuele Masini, Giorgia Casara, Fabrizio Boscaglia A Questão Coimbrã,... more
Mostra associada ao Colóquio Antero e a Cultura Crítica do Século XIX (Biblioteca Nacional de Portugal, 2015). Comissão organizadora: Gustavo Rubim, Andrea Ragusa, Manuele Masini, Giorgia Casara, Fabrizio Boscaglia
A Questão Coimbrã, nome pelo qual a polémica ficou conhecida na época, é uma das mais renhidas batalhas do século XIX que se manteve acesa durante quase um ano numa guerra de opúsculos, artigos, folhetins, defendendo ou atacando as duas personalidades em foco – António Feliciano Castilho e Antero de Quental.
Em boa verdade, o desencontro de palavras e conceitos começara já em meados de 1865 com as intervenções de Manuel Pinheiro Chagas, um dos protegidos de Castilho, em folhetins nos jornais de Lisboa, ridicularizando Antero de Quental e Teófilo Braga chamando “tisanas filosóficas” aos conceitos expressos nos prefácios dos seus livros de poesia. Estes pontos de vista não correspondiam aos cânones defendidos por Castilho e a sua corte de jovens literatos, ansiosos por agradar ao “patriarca das letras” que, de Lisboa, fustigavam os coimbrões. A poesia devia ser entendida por todos “sem idealidades e abstracções mascaradas em literatura e poesia”.
Assim se expressava Castilho na carta enviada ao editor António Maria Pereira, felicitando-o pela publicação do medíocre livro de Manuel Pinheiro Chagas Poema da Mocidade. Nessa extensíssima carta, semeada de citações, principalmente latinas, aproveita para afirmar que a poesia andava com o “fastio de morte à verdade e à simplicidade” e que Antero e Teófilo voam muito alto, mas não se sabia qual seria o seu destino.
Estas opiniões provocaram a indignação de Antero que respondeu com o violento opúsculo Bom Senso e Bom Gosto, o outro título pelo qual também é conhecida a polémica. Explica que a atitude do “patriarca das letras” deriva do facto de jovens escritores – “hereges das letras” – se revoltarem contra as autoridades literárias e ousarem seguir a sua carreira intelectual sem pedir autorização a ninguém. Acusa ainda Castilho de se ter feito chefe de uma cruzada “tão desgraçada e mesquinha”.
As duras palavras de Antero deram lugar a intervenções, umas indignadas outras elogiosas, em que participaram intelectuais como Teófilo Braga, Ramalho Ortigão, Camilo Castelo Branco, Brito Aranha, Eduardo Vidal e muitos outros. Os diferentes pontos de vista sobre a literatura ajudaram a enterrar a poesia passadista e criaram as condições para a afirmação da que viria a denominar-se Geração de Setenta.
Maria José Marinho
A Questão Coimbrã, nome pelo qual a polémica ficou conhecida na época, é uma das mais renhidas batalhas do século XIX que se manteve acesa durante quase um ano numa guerra de opúsculos, artigos, folhetins, defendendo ou atacando as duas personalidades em foco – António Feliciano Castilho e Antero de Quental.
Em boa verdade, o desencontro de palavras e conceitos começara já em meados de 1865 com as intervenções de Manuel Pinheiro Chagas, um dos protegidos de Castilho, em folhetins nos jornais de Lisboa, ridicularizando Antero de Quental e Teófilo Braga chamando “tisanas filosóficas” aos conceitos expressos nos prefácios dos seus livros de poesia. Estes pontos de vista não correspondiam aos cânones defendidos por Castilho e a sua corte de jovens literatos, ansiosos por agradar ao “patriarca das letras” que, de Lisboa, fustigavam os coimbrões. A poesia devia ser entendida por todos “sem idealidades e abstracções mascaradas em literatura e poesia”.
Assim se expressava Castilho na carta enviada ao editor António Maria Pereira, felicitando-o pela publicação do medíocre livro de Manuel Pinheiro Chagas Poema da Mocidade. Nessa extensíssima carta, semeada de citações, principalmente latinas, aproveita para afirmar que a poesia andava com o “fastio de morte à verdade e à simplicidade” e que Antero e Teófilo voam muito alto, mas não se sabia qual seria o seu destino.
Estas opiniões provocaram a indignação de Antero que respondeu com o violento opúsculo Bom Senso e Bom Gosto, o outro título pelo qual também é conhecida a polémica. Explica que a atitude do “patriarca das letras” deriva do facto de jovens escritores – “hereges das letras” – se revoltarem contra as autoridades literárias e ousarem seguir a sua carreira intelectual sem pedir autorização a ninguém. Acusa ainda Castilho de se ter feito chefe de uma cruzada “tão desgraçada e mesquinha”.
As duras palavras de Antero deram lugar a intervenções, umas indignadas outras elogiosas, em que participaram intelectuais como Teófilo Braga, Ramalho Ortigão, Camilo Castelo Branco, Brito Aranha, Eduardo Vidal e muitos outros. Os diferentes pontos de vista sobre a literatura ajudaram a enterrar a poesia passadista e criaram as condições para a afirmação da que viria a denominar-se Geração de Setenta.
Maria José Marinho
Research Interests:
Arte e Spiritualità: intervista all'artista e studioso D. Trasparente, a cura di Fabrizio Boscaglia, pubblicata su Scripta (Ri)Manent Magazine, n.º2, nel 2010. Il progetto di scrittura creativa Scripta (Ri)Manent fu realizzato con... more
Arte e Spiritualità: intervista all'artista e studioso D. Trasparente, a cura di Fabrizio Boscaglia, pubblicata su Scripta (Ri)Manent Magazine, n.º2, nel 2010. Il progetto di scrittura creativa Scripta (Ri)Manent fu realizzato con l'appoggio di fondi del programma Youth dell'Unione Europea
Research Interests: Art and Spirituality
Artigo de Priscila Roque, publicado no magazine Saraiva Conteúdo, a integrar entrevista com Jerónimo Pizarro, João Correia Filho e Fabrizio Boscaglia sobre a Lisboa de Fernando Pessoa.
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Para falar do "Orpheu" é preciso falar de Lisboa. Cem anos depois do lançamento, o Observador criou um roteiro interativo com alguns dos lugares mais importantes ligados à história da revista. Inclui uma breve entrevista a Fabrizio... more
Para falar do "Orpheu" é preciso falar de Lisboa. Cem anos depois do lançamento, o Observador criou um roteiro interativo com alguns dos lugares mais importantes ligados à história da revista.
Inclui uma breve entrevista a Fabrizio Boscaglia.
Inclui uma breve entrevista a Fabrizio Boscaglia.
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A vida e a obra de Fernando Pessoa prendem-se com Lisboa. Há vários roteiros pessoanos na cidade. O da Lisboa Autêntica sai pela primeira vez para as ruas no próximo sábado. É em português, mas já estão planeados roteiros em italiano.... more
A vida e a obra de Fernando Pessoa prendem-se com Lisboa. Há vários roteiros pessoanos na cidade. O da Lisboa Autêntica sai pela primeira vez para as ruas no próximo sábado. É em português, mas já estão planeados roteiros em italiano.
Artigo de Diogo Cavaleiro inclui entrevista a Fabrizio Boscaglia.
Artigo de Diogo Cavaleiro inclui entrevista a Fabrizio Boscaglia.
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Artigo-reportagem de Ricardo Viel publicado no jornal brasileiro O Valor Económico, sobre os passeios literários "Lisboa com Fernando Pessoa" conduzidos por Fabrizio Boscaglia, organizados pela empresa Lisboa Autêntica, em colaboração com... more
Artigo-reportagem de Ricardo Viel publicado no jornal brasileiro O Valor Económico, sobre os passeios literários "Lisboa com Fernando Pessoa" conduzidos por Fabrizio Boscaglia, organizados pela empresa Lisboa Autêntica, em colaboração com a Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.
Research Interests:
Artigo de Sara Picareta publicado no jornal Time Out Lisboa, sobre os passeios literários "Lisboa com Fernando Pessoa" conduzidos por Fabrizio Boscaglia, organizados pela empresa Lisboa Autêntica, em colaboração com a Casa Fernando... more
Artigo de Sara Picareta publicado no jornal Time Out Lisboa, sobre os passeios literários "Lisboa com Fernando Pessoa" conduzidos por Fabrizio Boscaglia, organizados pela empresa Lisboa Autêntica, em colaboração com a Casa Fernando Pessoa, em Lisboa. Contém uma breve entrevista a Fabrizio Boscaglia.
Artigo publicado no magazine Fugas do jornal Público, sobre os passeios literários "Lisboa com Fernando Pessoa" conduzidos por Fabrizio Boscaglia, organizados pela empresa Lisboa Autêntica, em colaboração com a Casa Fernando Pessoa, em... more
Artigo publicado no magazine Fugas do jornal Público, sobre os passeios literários "Lisboa com Fernando Pessoa" conduzidos por Fabrizio Boscaglia, organizados pela empresa Lisboa Autêntica, em colaboração com a Casa Fernando Pessoa, em Lisboa. Contém uma breve entrevista a Fabrizio Boscaglia.
Research Interests:
Artigo publicado no jornal Expresso do Oriente, sobre os passeios literários "Lisboa com Fernando Pessoa" conduzidos por Fabrizio Boscaglia, organizados pela empresa Lisboa Autêntica, em colaboração com a Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.
Research Interests:
Artigo de Cristiano Pereira, publicado no Jornal de Notícias, sobre os passeios "Lisboa com Fernando Pessoa" conduzidos por Fabrizio Boscaglia, organizados por Lisboa Autêntica em colaboração com a Casa Fernando Pessoa.
