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O presente ano de 2019 é reconhecido internacionalmente como Ano Humboldt, marcado tanto pela morte (a 6 de Maio) quanto pelo nascimento (14 de Setembro) de Alexander von Humboldt (17691859). O barão Humboldt criou as bases da geografia... more
O presente ano de 2019 é reconhecido internacionalmente como Ano Humboldt, marcado tanto pela morte (a 6 de Maio) quanto pelo nascimento (14 de Setembro) de Alexander von Humboldt (17691859). O barão Humboldt criou as bases da geografia física em relação com a natureza (ecologia). Foi o primeiro geógrafo a descrever o planeta de forma sistemática, no seu Cosmos. Essa obra, cujos dois primeiros volumes foram publicados em 1845-47, incorpora uma análise dos descobrimentos atlânticos em que o papel dos portugueses é praticamente ignorado, o que contraria o que o 2º                                                          visconde de Santarém estudou e publicou durante toda a década de 1840. Esta e outra polémica, mal conhecidas, ajudam a definir melhor o pensamento e práticas científicas do barão Alexander von Humboldt nas áreas específicas da geografia e história dos descobrimentos
The current year of 2019 is internationally recognized as Humboldt Year, marked by the events of the death (May 6th) and birth (September 14th) of Alexander von Humboldt (1769-1859). It is useful, then, to make a state of the art... more
The current year of 2019 is internationally recognized as Humboldt Year, marked by the events of the death (May 6th) and birth (September 14th) of Alexander von Humboldt (1769-1859). It is useful, then, to make a state of the art synthesis about the impact of his legacy in Portuguese-speaking Science and Politics, from the end of the 18th century till the middle of the 19th century. Impact disseminated by rich personalities as Thomas Jefferson, José Bonifácio de Andrada e Silva, José Francisco Correia da Serra and Francisco José Maria de Brito. Bibliograhy printed in the last half century (1967-2017) is revisited, and priority given to the most recent, because it represents the vault closure of the interpretative building.
O processo de Gomes Freire de Andrade, de Maio a Outubro de 1817, teve vários decisores: políticos, oficiosos, judiciais e policiais/militares. Indivíduos, figuras históricas dotadas de personalidade, de percursos escolares/académicos,... more
O processo de Gomes Freire de Andrade, de Maio a Outubro de 1817, teve vários decisores: políticos, oficiosos, judiciais e policiais/militares. Indivíduos, figuras históricas dotadas de personalidade, de percursos escolares/académicos, institucionais e político-ideológicos. Muitos deles notabilizaram-se, desde o início das Invasões Francesas até pelo menos a convenção de Évora-Monte, isto é, num período longo de mais de um quarto de século (1807-1834).
No contexto do bicentenário da morte de Gomes Freire de Andrade (1817-2017), uma análise das referências do memorialista e publicista José Liberato Freire de Carvalho sobre o militar português.
Análise qualitativa e quantitativa de textos publicados pela Academia das Ciências de Lisboa sob regimes liberais e absolutista, em comparação com os tempos iniciais da instituição (1789-1815). In Historiograrfia e Res Publica nos dois... more
Análise qualitativa e quantitativa de textos publicados pela Academia das Ciências de Lisboa sob regimes liberais e absolutista, em comparação com  os tempos iniciais da instituição (1789-1815). In Historiograrfia e Res Publica nos dois últimos Séculos (organização de Sérgio Campos Matos e Maria Isabel João, 2018)
Research Interests:
Testemunhos da relação biunívoca do Visconde de Santarém com a Academia das Ciências de Lisboa, da qual foi correspondente (1821), sócio livre (1826) e novamente correspondente (1852).
Texto no âmbito do projecto de pós-doutoramento 2014-2017 A Academia das Ciências de Lisboa: intervenção cultural e legado historiográfico (1779-1859)
Bolsa de Pós-Doutoramento FCT SFRH/BPD/94343/2013)
Research Interests:
Texto no âmbito do projecto de pós-doutoramento 2014-2017 A Academia das Ciências de Lisboa: intervenção cultural e legado historiográfico (1779-1859)
Bolsa de Pós-Doutoramento FCT SFRH/BPD/94343/2013)
Research Interests:
Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878), o visconde de Santarém (1791-1856) e Marie-Armand d’Avezac de Castera-Macaya (1799-1875) foram três historiadores e geógrafos que, no século XIX, escreveram acerca de Américo Vespúcio e suas... more
Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878), o visconde de Santarém (1791-1856) e Marie-Armand d’Avezac de Castera-Macaya (1799-1875) foram três historiadores e geógrafos que, no século XIX, escreveram acerca de Américo Vespúcio e suas viagens, sobre as quais hoje ainda imperam mais dúvidas que certezas (quais as que narrou e em quais participou). Com base nos escritos e alguma correspondência daqueles autores, bem como de interpretações posteriores das suas intervenções, procurarei contribuir para um maior conhecimento da polêmica vespuciana, a qual pode ser caracterizada pela teoria do eterno retorno.

https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1256/731
The present article aims to itemize some documented perspectives about the intervention of Francisco de Zea Bermúdez, famous Spanish statesman and diplomat of the first half of the 19th century, regarding Portuguese external politics. In... more
The present article aims to itemize some documented perspectives about the intervention of Francisco de Zea Bermúdez, famous Spanish statesman and diplomat of the first half of the 19th century, regarding Portuguese external politics. In London and Madrid, as ambassador, president of the council of ministers and Foreign Affairs minister of Spain, Zea influenced, both directly and indirectly, the Portuguese diplomacy of his time, during the years of the regency and reign of D. Miguel (1828-1834). One of the main written sources that was used was D. Miguel’s foreign affairs minister, viscount of Santarém, in office between March of 1828 and August of 1833
Research Interests:
A 8 de Maio de 1981, há quase quarenta anos, José-Augusto França proferiu, na Academia Portuguesa da História (APH), a conferência subordinada ao tema “Cartas do 2º Visconde de Santarém Ministro de D. Miguel ao Enviado em Londres 6º... more
A 8 de Maio de 1981, há quase quarenta anos, José-Augusto França proferiu, na Academia Portuguesa da História (APH), a conferência subordinada ao tema “Cartas do 2º Visconde de Santarém Ministro de D. Miguel ao Enviado em Londres 6º Visconde de Asseca (1828-1831)”. O texto foi publicado nos Anais da Academia de 1984. Contém uma visão complexa e enriquecedora da diplomacia do tempo de D. Miguel, isto é, da sua regência e realeza. Teve por base 154 cartas particulares, doadas pelo insigne autor à instituição. Em 2018 foram localizadas e disponibilizadas para consulta e transcrição.
Na senda do estudo publicado na Mátria XXI nº 9, “Análise prosopográfica da correspondência mantida pelos viscondes de Santarém e de Asseca (1828-1831)”, aplica-se agora a mesma metodologia ao epistolário enviado pelos irmãos duques de... more
Na senda do estudo publicado na Mátria XXI nº 9, “Análise
prosopográfica da correspondência mantida pelos viscondes de
Santarém e de Asseca (1828-1831)”, aplica-se agora a mesma
metodologia ao epistolário enviado pelos irmãos duques de Cadaval e
de Lafões ao visconde de Santarém, ministro dos Negócios
Estrangeiros de D. Miguel. Para tal toma-se como base o espólio de 154
cartas e ofícios de Cadaval para Santarém (1832-1833) e de 227
missivas de Lafões para o visconde (1833), num total de 381
documentos inéditos.
A diplomacia de D. Miguel constitui, ainda hoje, um tema estudado de forma fragmentária é isolada, baseado mais em bibliografia de referência de meados do século XX do que em fontes manuscritas. Continua a não ter base documental a... more
A diplomacia de D. Miguel constitui, ainda hoje, um tema estudado de forma fragmentária é isolada, baseado mais em bibliografia de referência de meados do século XX do que em fontes manuscritas. Continua a não ter base documental a enunciação dos estados com os quais a realeza de D. Miguel estabeleceu relações diplomáticas. Esse é um dos aspectos abordados na presente reflexão. O outro diz respeito aos bloqueios navais às barras do Tejo e do Douro durante as guerras civis de 1828 (Belfastada) e de 1832-34, bem como à ilha Terceira.
Todos os regimes políticos posteriores à Revolução Francesa podem, em teoria, ser distribuídos conceptualmente por vários sectores político-ideológicos e classificados segundo diversos pares de conceitos, sejam eles conservadores ou... more
Todos os regimes políticos posteriores à Revolução Francesa podem, em teoria, ser distribuídos conceptualmente por vários sectores político-ideológicos e classificados segundo diversos pares de conceitos, sejam eles conservadores ou progressistas, elitistas ou populares, moderados ou radicais. No caso dos seis anos em causa, e sem cair em anacronismos de linguagem, fala-se em moderação dentro do grupo abrangente dos realistas, isto é, dos que, após a revolução de 24 de Agosto de 1820 e da Vila-Francada de 1823, pugnavam por uma solução institucional interna que passasse por um poder operacional ou absoluto por parte do rei português. E, variando as interpretações, entre os conservadores, do que seria o grau de acção régio, também se perfilavam, por oposição aos realistas ou moderados, os chamados ultra-realistas ou ultras
O presente projecto deseja ser um espaço de confluência de contributos individuais e de unidades de I&D que se dediquem a estas temáticas, numa perspectiva global, transdisciplinar e comparativa. Para tal, terá necessariamente de... more
O presente projecto deseja ser um espaço de confluência de contributos individuais e de unidades de I&D que se dediquem a estas temáticas, numa perspectiva global, transdisciplinar e comparativa. Para tal, terá necessariamente de constituir o resultado do esforço colectivo de autores consagrados, investigadores qualificados e de interessados em tais matérias. Em suma, de todos os que demonstrem conhecimento de causa, uso de metodologia apropriada e disponibilidade para sujeitarem os seus textos a um sistema de arbitragem científica anónima.
Estudo dos percursos políticos e militares de duas gerações de duques de cadaval, a do 5º (1765-1808) e do 6º (1799-1837)
Como um casal da aristocracia britânica (Lord Russell whig, Lady Russell ultra-tory) viveram, em Lisboa, os conturbados anos da guerra civil portuguesa de 1831-1834.
Tentativa de reconstituição e de sistematização de dados sobre o percurso de elites régias (miguelistas e carlistas), políticas e aristocráticas, entre a Estremadura, o Ribatejo e o Alentejo, entre 24 de Julho de 1833 (queda de Lisboa nas... more
Tentativa de reconstituição e de sistematização de dados sobre o percurso de elites régias (miguelistas e carlistas), políticas e aristocráticas, entre a Estremadura, o Ribatejo e o Alentejo, entre 24 de Julho de 1833 (queda de Lisboa nas mãos do duque da Terceira) e 26 de Maio de 1834 (convenção de Évora-Monte).
Research Interests:
Luís Fernández de Córdova (1798-1840) foi um militar e diplomata espanhol que esteve em Portugal enquanto representante de Fernando VII e de Isabel II em 1833, antes e durante o início da Primeira Guerra Carlista. Procurou influenciar a... more
Luís Fernández de Córdova (1798-1840) foi um militar e diplomata espanhol que esteve em Portugal enquanto representante de Fernando VII e de Isabel II em 1833, antes e durante o início da Primeira Guerra Carlista. Procurou influenciar a política externa, a política interna e os assuntos militares do rei D. Miguel, de forma a obter o reconhecimento britânico da realeza portuguesa, mas a vinda do ramo carlista da família real espanhola fez gorar os seus planos.
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Publicado durante trinta anos (1903-1933), o Boletim da Segunda Classe (Actas, comunicações, pareceres, estudos, documentos e notícias) constituiu, para o período de 1898-1929, o preenchimento de um vazio documental no relato da vida... more
Publicado durante trinta anos (1903-1933), o Boletim da Segunda Classe (Actas, comunicações, pareceres, estudos, documentos e notícias) constituiu, para o período de 1898-1929, o preenchimento de um vazio documental no relato da vida intelectual da Academia das Ciências de Lisboa (ACL). Começa, precisamente, por indicar que «Desde 1851 se não estampavam actas das sessões académicas» (vol. I, 1898, p. VI). Da classe fazia parte, em 1898, o sócio efectivo Teófilo Braga (1843-1924), o mesmo que 20 anos depois será evocado, pelo discípulo António Ferrão, enquanto presidente de uma instituição idealizada em oposição à ACL, a Academia das Ciências de Portugal (António Ferrão, As Causas «Ideais» da Conflagração e a Função Pedagógica das Academias Científicas após a Guerra, 1918).
Segundo dos verbetes dedicados à Academia das Ciências de Lisboa, no presente caso, entre o início do Vintismo e o final da vigência de anteriores estatutos, até à reforma interna de 1851-1852.
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Recensão sobre a Nova Série do Boletim da ACL, com membros de redacção e direcção de figuras culturais e historiográficas de destaque, como António Baião e Joaquim Leitão.
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Verbete sobre um dos mais conhecidos e polémicos historiadores e divulgadores culturais da primeira metade do século XX em Portugal.
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English Version of Dictionary entrance about the portuguese historian, António Viana, grandson of liberal politician José da Silva Carvalho and publisher of his letters and papers.
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Recensão do livro da Mestre Patrícia Moreno, «Lisboa, Rio de Janeiro,comércio e mosquitos:as consequências comerciais da epidemia de febre-amarela em Lisboa». Lisboa: Chiado Editora, 2013. 214 pp.
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Recensão sobre um livro «branco» a propósito de Aristides de Sousa Mendes, publicado em edição de autor em 2013. A aguardar publicação on-line no Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes (MVASM).
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Reflexão sobre conceito proposto por Numa Broc em 1981 de «Escola Geográfica de Paris», que incluiria, entre outros, o 2º Visconde de Santarém.
Pequeno texto de divulgação sobre vivências do 2º Visconde de Santarém no Brasil e ecos das suas relações com intelectuais brasileiros.
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Como os vários intelectuais, governantes, deputados e historiadores reagiram à questão diplomática e científica do território de Casamansa, na Guiné Portuguesa
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Estudo que se pretende metodologicamente inovador, estudando comparativamente duas das mais representativas figuras dos pensamentos revolucionário e contra-revolucionário da primeira metade do século XIX em Portugal
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Publicação, em prestigiada revista de genealogia, heráldica e falerística, de comunicação proferida na Sociedade de Geografia de Lisboa em Junho de 2003.
Publicação, em prestigiada revista de genealogia, heráldica e falerística, de comunicação proferida na Sociedade de Geografia de Lisboa em Fevereiro de 2014.
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Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878), o visconde de Santarém (1791-1856) e Marie-Armand d’Avezac de Castera-Macaya (1799-1875) foram três historiadores e geógrafos que, no século XIX, escreveram acerca de Américo Vespúcio e suas... more
Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878), o visconde de Santarém (1791-1856) e Marie-Armand d’Avezac de Castera-Macaya (1799-1875) foram três historiadores e geógrafos que, no século XIX, escreveram acerca de Américo Vespúcio e suas viagens, sobre as quais hoje ainda imperam mais dúvidas que certezas (quais as que narrou e em quais participou). Com base nos escritos e alguma correspondência daqueles autores, bem como de interpretações posteriores das suas intervenções, procurarei contribuir para um maior conhecimento da polêmica vespuciana, a qual pode ser caracterizada pela teoria do eterno retorno. 
Apesar de existir abundante literatura científica e trabalhos académicos sobre o miguelismo e sobre o reinado de D. Miguel (1828-1834), continua a faltar uma análise detalhada e fundamentada de quem foram os ministros que serviram sob a... more
Apesar de existir abundante literatura científica e trabalhos académicos sobre o miguelismo e sobre o reinado de D. Miguel (1828-1834), continua a faltar uma análise detalhada e fundamentada de quem foram os ministros que serviram sob a regência e realeza de facto desse monarca.
Trabalho inédito, lido a 18 de Novembro de 2015 na Faculdade de Letras de Lisboa, no âmbito do Seminário Internacional Culturas y discursos monárquicos en las monarquías ibéricas en el tránsito del Antiguo Régimen al liberalismo, organizado pelo Centro de História da Universidade de Lisboa, Professores Ana Leal de Faria e José Manuel Damião Rodrigues (Lisboa, 17-19 de Novembro de 2015)
Research Interests:
Primeira biografia alguma vez escrita sobre a figura do governante e historiador, famoso pelos seus Atlas e pela defesa da prioridade dos descobrimentos portugueses em África e no Brasil.
Analysis of the Edward Snowden intervention during 2017 Estoril Conferences